Seu dinheiro: 10 dicas sobre por que investir no Tesouro Direto

Por Lélio Braga Calhau

O Tesouro Direto é uma aplicação de renda fixa, com ótima rentabilidade, onde o investidor compra títulos públicos diretamente do governo federal. No atual momento da economia do país, esse tipo de aplicação tem aumentado. A seguir listo dez dicas sobre o por que investir em Tesouro Direto é um bom negócio.

1ª – Tesouro Direto não é poupança, é investimento. Poupar é guardar dinheiro, sem multiplicá-lo. Investimento acontece quando você busca rentabilidade que possa aumentá-lo com o tempo.

2ª – Tesouro Direto tem opção de taxas prefixadas de conhecimento do investidor desde o início, como por exemplo, 13% ao ano, ou pós-fixadas com taxas variáveis, exemplo, 6% ao ano + IPCA. Qual é a melhor? Você terá que analisar as suas necessidades particulares para avaliar as opções.

3ª – O Tesouro Direto tem impostos e taxas. Mas, no geral, a rentabilidade líquida, ao final, respeitando-se os prazos, é muito superior a da caderneta de poupança e outros investimentos de renda fixa, por exemplo.

4ª – Você pode aplicar pouco dinheiro no Tesouro Direto, a partir de R$ 30. Cuidado com os custos de DOC e TED se for aplicar pequenos valores e o dinheiro não estiver, originalmente, no agente de custódia onde o dinheiro será aplicado.

 – Os bancos não tem taxas mais baratas para se aplicar no Tesouro Direto. Segundo o ranking da BM&FBOVESPA, as corretoras independentes possuem taxas de administração menores que as praticadas pelos bancos. 

6ª – É fácil aprender a investir. Você pode aprender tudo sobre o assunto, gratuitamente, no site mantido pelo Tesouro Nacional  (http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto). Se for fazer algum curso, analise qual benefício concreto ele pode lhe trazer, e se o valor cobrado é justo.

 – Não é possível aplicar no Tesouro Direto usando somente a conta do banco.  Você deverá abrir uma conta num agente de custódia também. É um procedimento muito simples. Pesquise qual é a melhor opção para o seu caso.  

 – Para investir é simples. Você precisa ter um CPF, conta corrente ou poupança num banco e uma conta num agente de custódia autorizado pelo governo federal.

9ª – Em tese, você pode vender diariamente seus títulos. Se vender antes, pode haver deságio em alguns casos. Priorize levar os títulos até o vencimento e não haverá deságio. Você pode, ainda, comprar títulos para anos próximos ou não. Vai depender do seu interesse. Também é possível, na mesma compra, escolher títulos e valores com vencimentos em anos bem diferentes.  

10ª – Sua empresa não poderá aplicar em Tesouro Direto. Somente pessoas físicas podem aplicar.

Lélio Braga Calhau é Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ e Coordenador do site e do Podcast “Educação Financeira para Todos”.

Sobre a Educação Financeira para Todos:

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Criado e mantido por Lélio Braga Calhau, Promotor de Justiça do Consumidor no Ministério Público de Minas Gerais, o Portal Educação Financeira Para Todos promove conteúdo gratuito sobre planejamento financeiro. Sua missão é conscientizar os consumidores brasileiros através de artigos, cases, vídeos e reflexões sobre gastos sem planejamento.

 

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